Google
 

Amigo Sol

A maior jóia do mundo,
A mais linda, mais brilhante.
Ilumina mais que tudo.
Ilumina a todo instante.

Quando some, está presente.
Não é coisa que se invente.
De tão longe, tão distante,
Ele aquece toda a gente.

É o Sol, que coisa boa!
Tão feliz, amarelinho.
Tanta vida no caminho,
Faz a gente rir à toa.

Iguanas



Os iguanas adultos têm as mesmas cores e desenhos dos troncos das árvores, onde estes répteis tropicais costumam morar. É impressionante como ficam disfarçados ali, daquele jeito bem parado. Você olha e não vê nada. Mais legal ainda é saber que os filhotinhos são verdes. Por quê? Justamente porque ainda não sabem como subir nas árvores e se confundem com a cor da grama. Tudo é muito bem pensado na Natureza.

Quem me explicou isso foi a bióloga Vanessa, de Salvador.

O pato



Se você viu "As férias do pato", no Divertudo, e ficou imaginando de onde tiramos essa idéia, aqui vai a explicação.
Conheci o hotel Deville, em Salvador, e achei muito engraçadinho que lá apareciam bichinhos perto das mesas externas do café da manhã. Primeiro levei um susto com um iguana (parece um pequeno dinossauro!) olhando pra mim, bem pertinho da mesa. Depois veio um pato branco. E aí outros iguanas, outros patos, e alguns passarinhos...

Imagine só a cena: um iguana olhando para você como se fosse um cãozinho pedindo comida. E também um pato, do mesmo jeito. Os hóspedes do hotel acabam jogando um pedacinho de pão, principalmente as crianças. Eu achei que fossem do hotel, mas depois veio uma bióloga que explicou tudo e pediu para ninguém alimentá-los. Vanessa, a bióloga, contou que os bichos são do próprio ambiente e ficam mal acostumados com isso. Por isso voltam na manhã seguinte. (Que espertinhos, hein?)

Infelizmente perdi o momento da bióloga explicando várias coisas interessantes com um iguana no colo (não estava com a máquina!), mas saí pelo hotel procurando por ela. Daí tirei outras fotos (que viraram o "álbum do pato"...).
Entendeu?

Na arte, tudo pode

Um artista pode tudo. Pintar o céu de verde, juntar palavras em músicas, sumir com pontos e vírgulas...
Se tem um superpoder da arte, ele se chama "liberdade".
Estou dizendo isso para contar uma curiosidade sobre o "Monumento às Bandeiras" (foto mais abaixo). Naquela época, os bandeirantes não usavam cavalos. Eles desbravaram o interior com bois! Mas o escultor Victor Brecheret achou que cavalos deixariam sua obra bem mais bonita e imponente.

Mas, ao mesmo tempo, a escultura foi bem real. A "turma do empurra-empurra" está realmente indo em direção ao interior. De costas para o monumento fica o litoral.

Coincidência

Um dia, caminhando pela cidade de São Paulo, eu passei pelo monumento abaixo e reparei como é bonito. A gente, quando vê algo toda hora, desde pequeno, parece que não dá muita bola ou o valor merecido. Daí voltei lá com a máquina pra tirar as fotos dos posts abaixo.
Mas aí, olha só que coincidência!... justamente nesta mesma semana começaram duas exposições sobre o artista que fez o monumento: Victor Brecheret.

Uma delas é no Sesc Vila Mariana, Rua Pelotas, 141. Vai até dia 2 de janeiro de 2010 e é grátis.
De terça a sexta: 9h às 21h30
Sábados, domingos e feriados: 10h às 18h30
Lá você vai ver outras esculturas que ele fez quando morava na França.

A outra exposição é na Caixa Cultural, Praça da Sé, 111. Vai até dia 10 de janeiro de 2010. Mostra esculturas inspiradas nos índios, feitas com pedras de praia, madeira e argila.
De terça a domingo: 9h às 21h

Uma turma da pesada



O rosto abaixo faz parte de uma turma de peso: índios, africanos, mamelucos e portugueses formam o "Monumento às Bandeiras", com seus 16 metros de altura e 54 metros de comprimento. Tudo esculpido em granito pelo artista Victor Brecheret, um dos maiores do nosso país. Ele era italiano, mas acabou virando brasileiro. Este monumento levou mais de trinta anos para ficar pronto. Foi inaugurado em 1954, junto com o Parque do Ibirapuera, em comemoração ao aniversário de 400 anos da cidade de São Paulo. Um presentão e tanto, que virou um dos símbolos da cidade e representa os bandeirantes.
Ah! E qual é o apelido desta obra? Quem mora em São Paulo sabe... "Monumento do Empurra-empurra".

Que cara é essa?



Você sabe quem fez esta escultura? Onde fica? Como se chama? E qual é o apelido? Aguarde a resposta. Se quiser tentar, use o espaço para comentários. Boa sorte.

Museu na calçada



A pintura abaixo não está exposta em nenhum museu. Ela é apenas um detalhe de um grafite feito em um muro da cidade de São Paulo. O desenho fica na Av. Brigadeiro Luís Antônio. Antigamente, os grafiteiros (desenhistas e pintores de muros) não eram considerados artistas, muito pelo contrário. Hoje isso mudou e alguns são até contratados para pintar e expor seus trabalhos em galerias do mundo todo. Este tipo de arte chama-se "arte urbana" ou "street art" (arte de rua, em inglês).

O detalhe fotografado, abaixo, parece mesmo um quadro, não parece?

Em que museu está esta pintura?


Veja só que bela combinação de cores e formas. Será que você sabe onde está exposta esta obra? Uma dica: no Brasil, na cidade de São Paulo.
Se quiser tentar acertar, use o espaço para comentários.

Aguarde a resposta por aqui.
E continue acompanhando nossas perguntinhas.

Al-kharsaf



É esta a resposta para a pergunta de ontem: al-kharsaf! Não entendeu? Bem, este foi o nome que os árabes deram para esta flor comestível, que nós aqui chamamos de ALCACHOFRA. A foto parece mais alguma planta ou bicho marinho, não é mesmo?
Quem estiver perto da cidade de São Roque, em São Paulo, pode ver uma porção delas até 2 de novembro, num evento que se chama Expo São Roque, com muitas atrações.

Se quiser saber a programação, dias e horários, entre no site abaixo.
www.exposaoroque.com.br