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Como nasce um livro?


Não existe uma resposta só para esta pergunta. Um livro nasce de mil jeitos diferentes. Às vezes a mesma pessoa que escreve a história também faz os desenhos. Outras vezes, o escritor inventa o texto e nem sabe quem vai desenhar. Neste caso, é a editora que escolhe o ilustrador.

O começo:

Mas aqui vou contar pra você como nasceu o livro "2 Gatos".
Eu tinha a ideia de comparar, em versos, a vida de um gato de rua e um outro que é bicho de estimação. Cada um com suas vantagens e desvantagens. Um tem a liberdade, o outro tem conforto, carinho e segurança. Mas aí fiquei sabendo de um concurso de livros inéditos (ainda não publicados) e resolvi participar.
Existia a categoria "livros já ilustrados". Então perguntei ao desenhista Rodrigo Terra se ele topava fazer os desenhos e também a diagramação (montagem do livro, com a "cara" que ele vai ter).



O meio:

Ele topou e fez um livro lindo! O meu texto rimado ganhou desenhos fofos e engraçados. Mas nós não ganhamos o concurso. :(
Então, eu pensei: "Agora já temos o livro prontinho. Vou procurar uma editora que queira publicá-lo, ora!" 

O fim:

A Denise, da Editora Papagaio, logo se interessou pelo "2 Gatos". Pouco depois, publicou o livro e fez um grande lançamento no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo, com contação da história e uma oficina para as crianças.
Isso foi em 2015. Desde então, já fui a vários lugares diferentes contar esta história: escolas, bibliotecas e instituições infantis.


Veja aqui o livro "2 Gatos"
 

Conheça o ilustrador Rodrigo Terra









Mais que rima

A poesia é mais que rima.
É mais em cima,
É mais em cima.

É palavra com enfeite.
É um deleite.

Você lê e você pensa:
É uma frase com cadência.

A poesia, quem diria,
É também filosofia.

É falar como um desenho
Com as cores que se queira.
Sentimento que eu tenho,
Ou bobagem, baboseira.

Quando eu leio uma poesia
Com desenho nas palavras,
Eu paro a todo instante
E mastigo lentamente
O gostinho da alegria
Que sentiu aquele poeta.
Sorrindo, enquanto escrevia:
"Acho que fiz a coisa certa."

Sete, oito... fazer biscoito!

Receita fácil, biscoito delicioso!
Taí uma atividade gostosa pra fazer com as crianças.
E ainda fica um presente lindo demais!




Ingredientes: 
Quase uma xícara de manteiga (3/4 de xícara)
2 xícaras não muito cheias de farinha
2 colheres e ½ de sopa de maisena (amido de milho)
5 colheres de sopa de açúcar
2 colheres e ½ de sopa de açúcar cristal
2 gemas
1 pitada de sal
3 gotinhas de essência de baunilha (opcional)
1 adulto (para mexer no forno e ajudar)


Como fazer:
1) Pique a manteiga em pedaços e deixe amolecer (fora da geladeira).
2) Enquanto isso, misture a farinha, a maisena, o açúcar normal e a pitadinha de sal. Depois junte a manteiga amolecida e forme uma farofa. Usei um garfo pra isso.
3) Junte as 2 gemas e o açúcar cristal à farofa e continue misturando bem, com as mãos.
Vai virar uma massa amarela e é bom amassar bastante para ficar bem lisinha.
4) Forme duas bolas e deixe descansar.


Veja o vídeo aqui.

Formando os biscoitos:
Formar bolinhas (como brigadeiros) é um jeito simples para as crianças. 



Depois amassar com a palma da mão já na própria assadeira.
Fiz olhos (marcando levemente com um canudo) e a boca (com uma colherzinha de café). Achei que ficou fofo.


Você também pode usar formas de biscoito, se tiver. Eu tinha uma de estrela. Ou formar letras, cortando com uma faca.




Hora de assar
Asse em forno baixo por uns 15 minutos ou até menos. Fique de olho pra ver se estão dourados. 

Para presente:
Fica muito bonito embrulhar seus biscoitos em papel celofane transparente. Uma folha rende vários pacotes. Você corta um quadrado, coloca alguns biscoitos no centro e junta as pontas, amarrando com alguma fita bonita. 
Um presente cheio de carinho! 
O difícil é resistir e não comer todos. ;)

Nuvem branca

Nuvem branca,
Imensidão,
É vapor ou algodão?



Outras "poesinhas".

Um dado, muitas lições

Construir um dado é um modo divertido de aprender muitas lições. De geometria, de matemática, de arte...
Filmamos um "como fazer um dado" para complementar o jogo de tabuleiro que postamos em nosso canal do Youtube.
Pensei no jeito mais simples de produzir um e comecei quadriculando uma folha de tamanho A4 (ofício).
Achei que assim fica fácil demarcar os seis quadrados que formam um cubo.
Depois, desenhei as abas (para a colagem).
Antes de recortar, marquei bem as dobras com uma tesoura e uma régua. Isso ajuda muito na montagem!

No meu primeiro dado, fiz os números conforme figura que vi na internet. Depois do vídeo pronto, a Liliana me falou que a ordem certinha é outra. E que os opostos sempre somam 7. Valia a pena filmar novamente o passo a passo! É muito bacana esta curiosidade.




Veja aqui o "como fazer um dado".


Você sabia?

Existem também dados em formatos diferentes. Como uma pirâmide, por exemplo.

Existem dados transparentes com outro dadinho dentro deles. Daí o jogador soma o número sorteado dos dois.
 
Os dados dos cassinos (casas de jogo valendo dinheiro) têm os números como se fossem "furos" em cada lado do cubo. E sobre os furos colocam tinta transparente pra todos os lados ficarem exatamente com o mesmo peso.

Brinque de Fazer um Jogo!

Faz tempo planejo dar esta atividade. Consegui, enfim, organizar o material e produzir a ideia pra mostrar no canal do Divertudo, no Youtube. 
Um jogo de tabuleiro exclusivo! 
Feito em casa, sob medida para sua criança, seu aluno, sua família.
Abaixo vão algumas fotos. Quando você começar a fazer um assim, terá uma grande alegria com sua criatividade e a das crianças, principalmente.
Imagine que qualquer assunto ou matéria de escola pode virar um jogo deste tipo. Aproveite. E divirta-se! 

Olha o túnel de rolinho de papel cortado.




Cuidado! Neblina (de algodão)





Ops! Uma aranha! (recortada de jornal)





Hein? Sem máscara? Volte ao INÍCIO!




Aqui, assista ao vídeo!


Aqui,
como fazer um dado


A Maravilhosa Fita Crepe

Nestes tempos de crianças em casa, o estoque de brinquedos e brincadeiras pode acabar. Aí entra o nosso jogo de cintura e imaginação.
A fita crepe pode ser muito útil. 
Aqui vão algumas ideias, mas tenho certeza que você terá outras. As crianças, então, nem se fala.
O importante é a gente se divertir junto de um jeito bacana.

Um, dois, três e já. Começou!



Jogo da Velha

Fique em Casa

Boa Noite, Monstro!



Boa Noite, Monstro!

Era uma vez um monstro que não estava conseguindo dormir. Ele ficava lá na cama, rolando de um lado pro outro, contando carneirinhos e... nada. Pediu pra mãe dele acender o abajur porque estava com medo.

Medo de quê?
Você não imagina...
O monstro tinha medo de menino!
Ele achava que podia ter um menino escondido dentro do armário. Coitado.

Então ele resolveu enfrentar o seu medo. De uma vez só, levantou da cama quase num pulo e foi andando em direção ao armário. Mas, no meio disso tudo, você não vai acreditar...
PUF! Acabou a luz! Escuridão!

Que coisa horrível, hein? O monstro lá no meio do escuro, pertinho do armário. “Hoje não é meu dia. Ou melhor, hoje não é minha noite!”, ele pensou. Só que já estava ali mesmo, e voltar pra cama não seria uma boa.
“Vou abrir este armário e é agora!”, disse.
NHÉÉÉÉCT!

E adivinha só! Tinha MESMO um menino lá dentro.
- AAAAAAHHH! – Gritaram os dois, ao mesmo tempo. E tremiam igualzinho também, parecendo uma tevê com defeito.
- P-posso saber c-c-como v-você veio pa-pa-rar aqui no meu quarto? – perguntou o monstro.

O menino engoliu seco, olhou pros dois lados, respirou fundo e gaguejou:
- É q-que eu... eu t-tenho uma varinha do Harry Potter e... eu, eu tentei fazer uma magia no meu quarto, antes de dormir. Eu queria perder o medo... – fechou os olhos bem apertado e continuou... – medo de... de... mo-mo-monstro! –

A cara do monstro até se iluminou!
- Varinha do Harry Potter? Sério? Eu também tenho uma. Eu também sou fã! – e sorriu.

Daí os dois ficaram um tempão falando sobre todos os livros e filmes de Harry Potter. E dos personagens preferidos e tal.

O Monstro, então, teve uma ideia:
- Já sei! Eu vou usar a MINHA varinha pra te mandar de volta pro seu quarto.

Ele abriu o armário (já não tinha medo), puxou uma gaveta e tirou sua varinha de lá. Depois falou para o menino entrar e ficar quietinho, pra magia dar certo.
Fez um blablabla de monstro que nem sei repetir e PUFT! Lá se foi o garoto.
E um segundo depois voltou a luz. Tudo claro e bem iluminado: as paredes, os carrinhos, os bichos e jogos na prateleira. A cortina de heróis.
O monstro olhou tudo e resolveu apagar a luz. Tudo bem ficar no escuro. Foi direto pra cama, todo corajoso.
Ele fechou os olhos e dormiu rapidinho um sono gostoso como nunca tinha dormido antes.   




Como era antigamente?


COMO ERA ANTIGAMENTE?

Antes, não faz muito tempo,
Não tinha computador,
Nem game, nem face, nem mouse.
A pesquisa era nos livros.
Pra parar não tinha o pause.

Existia controle remoto?
Nem pensar. Não tinha, não.
Pra ligar e desligar
Era só na televisão.

Até pra mudar de canal
Alguém tinha de levantar.
Ir lá e mexer num botão,
Em pé, tentando acertar.

E pra achar um caminho?
E pra encontrar uma rua?
O problema era seu, amiguinho!
Mas a vitória era sua.

Existia um livro inteirinho,
Com os mapas da cidade.
Tantos nomes, tantas curvas!
Parecia uma maldade.

Pra tirar fotografia
Também era tão diferente!
Não ficava pronta no dia.
Demorava pra ver a gente.

Ia um filme dentro da máquina.
E não tinha como apagar.
Se uma foto saísse ruim,
Você tinha que aceitar.

Na loja de filmes havia
De 12, 24 ou 36.
Imagina que mixaria.
Só agora eu tirei três!

Pra falar com alguém longe,
Só mesmo mandando uma carta
Ou ligando pra pessoa.
Telefone só falava!
Coisa ruim ou coisa boa.

Telefone tinha fio
E ficava num canto parado.
Não dava pra andar com ele
Da sala pra outro lado.

Engraçado pensar nisso.
Tudo muda o tempo inteiro.
As coisas, a gente, a vida...
E lá vem mais um janeiro!

O Bondinho de Santa Teresa


No Rio de Janeiro tem um passeio muito bonito da gente fazer: andar no Bonde de Santa Teresa.
Santa Teresa é um bairro da cidade que fica bem no alto e de lá é possível avistar paisagens bonitas, casas antigas e até macaquinhos em algumas árvores. Para moradores do Rio, quem fizer um cadastro não paga nada. 
Em Santa Teresa tem restaurantes, galerias de arte, lojas de artesanato e lugares bonitos para visitar.
Também dá para ir lá de carro ou à pé, mas precisa ter fôlego para subir uma escada beeeem grande, que se chama Escadaria Selarón. Ela é toda colorida, com azulejos de muitos tipos, formando mosaicos.
O lugar para pegar o bonde fica na Rua Lélio Gama, perto da estação Carioca do metrô.
Custa R$20,00, ida e volta. (preço de 2019)

Nas fotos, um pouco do bairro de Santa Teresa.