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Divertudo no twitter

Aqui vai o endereço para quem quiser visitar a página do Divertudo no Twitter:

www.twitter.com/divertudo

Outro caminho para ir até lá é clicar no passarinho que aparece nesta página.

O nome "twitter" vem do barulhinho das aves, em inglês.
Tem a ver com aquela história de "um passarinho me contou que...". Entendeu?

Qualquer pessoa pode entrar em páginas do twitter, mas para ser um "seguidor" de alguma delas é preciso se cadastrar.
As palavras "follow me" significam "siga-me".

Pra que serve o twitter?

Pra que serve este negócio de twitter? Ótima pergunta!
Não sei responder muito bem, por isso até agora o Divertudo estava fora dessa. Mas vou dar um chute. Serve pra contar algo bem rapidinho, uma fofoquinha, uma dica, uma novidade.
O blog seria a carta e o twitter seria o telegrama. Pronto.

Por isso faz um sucesso tão grande. Porque hoje todo mundo tem essa pressa danada. Até pra ler e se divertir. Quanto mais aparelhos e tecnologia aparecem, menos tempo pra tudo. Não deveria ser o contrário?

Bom... com o twitter o mundo inteiro fica sabendo de algo quase no momento em que acontece. Espalha num minuto!
Então é isso! O tal do passarinho pegou o Divertudo também. Vamos lá, voar por aí.
"Sigam-me os bons", como já dizia Chapolin Colorado.

Como escrever uma peça de teatro

Em primeiro lugar vem o título da peça.
Em segundo lugar vem uma lista dos personagens principais.
Coloque o nome de cada um, seguido de uma definição curtinha, se precisar

CHAPEUZINHO VERMELHO
Personagens:
Chapeuzinho Vermelho - menina
Mamãe - mãe da Chapeuzinho Vermelho
Lobo Mau - lobo malvado que vive na floresta
Vovozinha - avó da Chapeuzinho Vermelho
Caçador
Ajudante de Palco

Depois disso, comece a peça, dividindo-a por CENAS (se tiver mais do que uma).
Uma cena muda quando muda o lugar, ou o tempo do que está acontecendo no palco.
A peça de teatro pode ter uma cena ou várias.
Sempre que começa uma cena, descreva como ela é, antes dos diálogos.

Assim como acontece nos livros, pode haver um NARRADOR (uma voz que conta pedaços da história). Ele pode aparecer ou não na cena.

CENA 1
Abrem-se as cortinas enquanto toca a música "Quem tem medo do Lobo Mau, Lobo Mau, Lobo Mau..."
Chapeuzinho Vermelho aparece dançando e batendo palmas no ritmo, incentivando a platéia.

Chapeuzinho Vermelho (risonha, dançando e cantando): - Quem tem medo do Lobo Mau, Lobo Mau, Lobo Mau... quem tem medo do Lobo Mau...

Entra o Lobo Mau, também dançando e cantando atrás dela (sem que ela repare), gostando da música, alegre e bobão.

Lobo Mau (risonho, dançando e cantando, atrás da Chapeuzinho): - Quem tem medo do Lobo Mau, Lobo Mau, Lobo Mau... quem tem medo do Lobo Mau...

Entra um "ajudante de palco", com a peça escrita, na mão, nervoso e tira o lobo de cena pelo colarinho, resmungando com ele, gesticulando com os braços e mostrando o texto para o Lobo. O Lobo fica tristinho e é retirado do palco pelo ajudante.
Chapeuzinho continua cantando e nem percebe nada.

Chapeuzinho Vermelho (risonha, dançando e cantando): - Quem tem medo do Lobo Mau, Lobo Mau, Lobo Mau... quem tem medo do Lobo Mau...

Prontinho! Espero que você tenha entendido. Boa sorte!

(Leia mais sobre o assunto no post anterior)

Como fazer uma peça de teatro pra escola

Em qualquer matéria pode aparecer um trabalho assim: "Faça uma peça de teatro sobre...". E aí? Por onde começa? Como se faz isso?

Aqui vai uma sugestão para orientar este tipo de trabalho:

1)
HISTÓRIA
Em primeiro lugar, o grupo precisa conversar para decidir qual será a história da peça. Existem várias possibilidades: pode ser baseada num livro ou filme, numa história real que se encaixe no tema proposto, ou até numa mistura destas coisas.

2)
PERSONAGENS
Depois de definir a história, (começo, meio e fim), hora de criar os personagens de acordo com o número de pessoas. É muito simples. Geralmente existem os papéis principais (para os mais desinibidos, que falam melhor etc) e os papéis secundários. Dá para criar muitos personagens em torno do tema principal (um vendedor de rua, uma vovó tricotando na sala, duas crianças jogando bola etc)
Quem não quiser entrar em cena pode ficar nos bastidores, cuidando do som, do cenário, coisas assim.

3)
NO PAPEL
Sabendo a história e personagens, escolham as pessoas do grupo que têm mais facilidade e habilidade para escrever. Elas vão colocar as ideias no papel. Começa a surgir o texto da peça.

4)
A PEÇA
Este texto vai orientar todo mundo: atores, criadores dos cenários, figurinos, sonoplastas (que cuidam dos sons e músicas), iluminadores...
No próximo post, vou dar um exemplo de um texto assim.
Mas aqui vai uma receita do modo de fazer: imagine algo acontecendo de verdade. Feche os olhos e pense em todos os detalhes. Você precisa descrever isto para que alguém veja exatamente o mesmo que você. Não bastam os diálogos. Precisa mostrar que cara os atores fazem, os sons externos etc.

5)
CÓPIAS PARA TODOS
Depois de pronta a peça, cada membro do grupo recebe uma cópia completa.
Cada um vai destacar a sua parte (com caneta marca texto, por exemplo, ou lápis de cor)

6)
LEITURA DA PEÇA
Cada um com sua cópia, reunião para leitura da peça. Cada personagem fala seus diálogos na ordem certa, como se estivessem em cena.
Nesta hora, todo mundo pode sugerir alguma mudança, uma ideia de piadinha, de roupa ou música. Pra não gastar muito papel, todos anotam as mudanças ali mesmo, se possível. Ou é feita uma nova versão, de novo com cópias para todos.

7)
ENSAIOS
Hora de ensaiar a peça. Os atores decoram suas falas, mas não palavra por palavra. O importante é saber o conteúdo da fala pra não parecer tão decorado, sem expressão.
Daí o grupo marca ensaios, enquanto são feitos os cenários e roupas, por exemplo.

No próximo post, exemplo de uma pequena peça.

Como assim "não gosto de Português"?

Pronto. Começou o ano de 2010, com a volta às aulas. Cadernos, matéria, lápis e borracha, provas...
Muitos professores já vão pedir uma redação logo de cara. Muito bem! Escrever é um ótimo exercício. Se você vive dizendo que não gosta de Português, já respondo que isto é impossível! Isso mesmo: impossível!
Explicando: em que língua você fala e ouve? Em que língua você pensa? Conversa consigo mesmo?
Tire o Português da sua vida e veja o que acontece. Não pode nem pensar! Nem falar com ninguém!
O Português é apenas um código, um conjunto de palavras que a gente combina de vários jeitos, formando ideias. Se você combinar errado, não entendem. Sua idéia fica presa só com você. Aí a coisa empaca.

Então, veja o Português de um jeito mais legal. É só um código pra gente se entender direito, se expressar, ensinar e aprender com os outros. Não fale mal dele perto de mim.

Seu jogo da memória

Você já pensou em fabricar seu próprio Jogo da Memória?
Existem várias opções diferentes e legais.
Uma delas é usar fotos suas, da família, dos amigos, do seu bichinho de estimação, o que quiser. Mande fazer duas cópias coloridas, juntando várias na mesma página. O seu jogo pode ter quantos pares você quiser. Recorte todas as peças em quadrados do mesmo tamanho. Se precisar, cole-as em quadrados de cartolina para não ficarem "visíveis" na hora de jogar.
Também fica bonitinho usar fotos 3 por 4, que são bem pequenas.

Outro jeito é desenhar, usando um papel carbono. Daí você terá duas figuras iguaizinhas, desenhando apenas uma vez!
Gostou?
Então mãos à obra e bom divertimento.

Ah! Se não quer fazer coisa nenhuma, mas ficou com vontade de jogar, tudo bem.
É só clicar:
Jogo da Memória do Divertudo

Um livro sem papel

Pra virar as páginas, é só usar o mouse. Está lá no Divertudo o livro "Comigo não, camaleão", de graça, sem gastar uma folhinha de papel. Espero que você goste. A história é minha e os lindos desenhos são do ilustrador Jean Galvão. O mais incrível de tudo é que imaginei daquele jeito os personagens, o humor das figuras. Mandei o texto para o Jean, pela internet, sem conhecê-lo pessoalmente. Depois de um tempo ele mandou os desenhos. Nossa! Parecia que ele tinha adivinhado! Do jeitinho que eu pensei. Fiquei muito feliz com o resultado. E mais ainda agora porque o livro está disponível pra uma porção de gente.

Para Marina

A leitora Marina me pediu uma ajuda com sua poesia.
Aqui vai ela.
Um beijo.

Seu nome na areia
Da praia escrevi.
Nas letras te vi.

Mar vai, mar vem.
Espuma te leva
Pra onde, meu bem?

As letras na areia
Sumiram assim.
Sumiram da praia,
Mas nunca de mim.

Brilha, brilha, estrelinha.


Uma fitinha dourada pode virar uma estrelinha?
Pode!
Basta cortar três pedacinhos de 5 centímetros e formar uma, assim como eu fiz.
É só prender no centro, com cola branca ou grampeador (se um adulto ajudar).
Fica simples e bonito. Enfeitei minha árvore com elas, além das bolinhas que já tinha. Depois, ainda fiz um móbile de várias estrelinhas, que parecem flutuar no ar.

A capa do cartão de Natal


No post anterior tem uma sugestão de cartão de Natal que você pode fazer com um triângulo de papel verde cheio de furinhos, sobre um fundo vermelho.

E como aproveitamos as bolinhas verdes que sobram no furador?
Fazendo a capa do cartão!

Veja só: colei as bolinhas verdes na capa do cartão.
Os olhos e nariz também são bolinhas.
Colei uma estrelinha prateada na ponta da árvore.
Pra finalizar, fiz uma boca dourada e risonha.
Eu usei tinta relevo, mas pode ser de lápis ou caneta.

Bj e até a próxima!